O COBOM Itajaí recebeu uma ligação telefônica (às 13:21 h. do dia 31 de março de 2018), onde o Solicitante, Sr. J.M. , informava que, na madrugada, um motociclista não identificado passou na sua residência e narrou que, ele e o cunhado do Solicitante, Sr. K. R. R., tentaram realizar um furto em residência, porém, a PMSC interveio e a dupla empreendeu fuga.

No  deslocamento, o Sr. K. R. R. embrenhou-se na mata atrás do Posto Sideraço, no bairro São Vicente, Itajaí, SC, entrando no Rio Itajaí Mirim no intuito de fugir. Segundo o motociclista, após entrar no Rio Itajaí Mirim, o Sr. K. R. R. emergiu e não mais foi visto. Buscas foram realizadas pela Guarnição da Vtr. AR 11 pelas margens do rio, nas imediações indicadas pelo Solicitante, porém, nada foi constatado.

 

Assim, foi empenhada a Vtr. AR 10 juntamente com a Embarcação Anchova para buscas visuais. As buscas se desenvolveram até às 17:00 h., porém, nada foi encontrado. A guarnição com a Embarcação Anchova então retornou à Marina Itajaí e lá permaneceu para posterior busca no dia seguinte.

As Guarnições das Vtrs. AR 10 e ABTR 119 chegaram ao local (22/03) designado e após averiguação constataram que tratava-se de vazamento de produto químico oriundo de uma bomba de NH3 (amônia). O local, uma sala de máquinas, encontrava-se parcialmente tomado por vapor do produto químico. Nas imediações da casa de bombas encontravam-se integrantes da empresa. Foi feito o isolamento da área e a retirada do pessoal do perímetro crítico. A cortina de água de proteção da porta da casa de bombas já se encontrava acionada.

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Posteriormente, um técnico em produtos químicos pertencente ao quadro de funcionários da empresa, Sr. Idimir Richter, acessou o local, devidamente trajado com a roupa de aproximação Classe A e Equipamento de Proteção Respiratorio (EPR), juntamente com um bombeiro militar, também devidamente protegido, e, realizaram a contenção do vazamento que ocorria no selo da bomba de NH3, utilizando-se para isso do fechamento dos registros. Por segurança, também foi fechado os registro das demais bombas da sala de máquinas. Abertas as portas, foi iniciada a ventilação natural do ambiente. Passado 30 minutos, foram realizadas as devidas medições do ambiente e suas proximidades, através de um medidor de ambiente, aparelho este pertencente a Defesa Civil, e, após constatar que o ambiente ainda estava contaminado, porém, em nível menor que o inicial, a área permaneceu isolada. Foram realizadas as devidas orientações ao responsável pela empresa, Sr. C. P., e, também aos demais integrantes que no local permaneceram.

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Não ocorreu nenhum dano físico aos que atuaram na ocorrência e nem as pessoas que pela empresa transitavam no momento do vazamento. Cabe salientar que, a roupa de proteção contra produtos perigosos da empresa, bem como, o Equipamento de Proteção Respiratório se encontravam na sala do operador da casa de máquinas, que estava localizada ao lado da casa de bombas, e desta forma, não sendo possível acessá-los em tempo hábil para a utilização no sinistro. A quantidade que vazou do produto químico e a capacidade do cilindro será repassado assim que solicitado pelo Corpo de Bombeiros, com base em apuração posterior, assim que a área se encontre transitável. O local ficou aos cuidados dos responsáveis pela empresa e pelos agentes da Defesa Civil de Itajaí.

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